
Oferecer só Previdência Social para trabalhadores de apps é muito pouco, diz Marinho
Oferecer somente contribuição à Previdência Social para os trabalhadores de aplicativos é muito pouco e as empresas não podem ter “lucro extravagante”

Oferecer somente contribuição à Previdência Social para os trabalhadores de aplicativos é muito pouco e as empresas não podem ter “lucro extravagante”

A CLT continua a ser até hoje a principal lei trabalhista brasileira, abrangendo 42,9 milhões de empregados em março deste ano, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho

A CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) chega aos 80 anos neste 1º de Maio com desafios como a inclusão de mais profissionais no mercado de trabalho formal e a proteção a quem ocupa postos que surgiram com as novas tecnologias, como os aplicativos de transporte e de comida

CNBB lança cartilha sobre o 1º de maio do trabalhador

O trabalho doméstico segue em grande parte feito por mulheres, sobretudo as que possuem ensino fundamental incompleto

A discussão sobre a obrigatoriedade de as empresas de aplicativos oferecerem ou não benefícios previdenciários e trabalhistas para seus colaboradores ainda é objeto de debate e ações judiciais. Algumas empresas já oferecem alguns benefícios, mas a questão ainda não está completamente resolvida. Enquanto isso, esses trabalhadores precisam contribuir por conta própria para garantirem a aposentadoria

Luiz Marinho afirma não estar preocupado com fim de operações se empresa não concordar com regulamentação

A falta de emprego e renda é a principal razão que leva brasileiros para o trabalho por conta própria, seguida pelo desejo de independência profissional

Pesquisa aponta também que 77% dos trabalhadores querem carteira assinada

O seminário ocorrerá entre março e abril de 2023 na Universidade Federal da Integração Latino-americana (Unila)

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